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A ascensão dos Robôs Colaborativos na Indústria

GPAA
Logix e sua parceira OTN presente na Feira da GPAA e AEAMESP
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A ascensão dos Robôs Colaborativos na Indústria

Cada vez mais, as indústrias automotivas utilizam robôs colaborativos em suas linhas de produção.

A Segunda Grande Guerra representou um grande salto em tecnologia e automação industrial. Fábricas de veículos dos EUA, principalmente, já estavam em constante evolução e demonstrando avanços nesse segmento. Em 1961, a General Motors, instalou em sua linha de produção o primeiro robô.

Desde então, a robótica não parou de evoluir e, foi dado início um novo conceito de Robô, os colaborativos. Afinal, o que são os robôs colaborativos? O termo colaborativo simplesmente descreve robôs que podem operar com segurança juntamente com os humanos no chão de fábrica. Tradicionalmente, robôs foram construídos para trabalharem enclausurados, justamente para garantir a integridade física dos colaboradores.

robôs colaborativos

 

Diferente dos robôs industriais do passado, os novos robôs colaborativos, ou cobots, são especificamente designados para trabalharem com humanos. Para prevenção de qualquer acidente, sensores externos podem ser instalados para delimitar a força de toque e limite de atuação dos cobots, assim como estes são especificados para trabalharem com cargas mais leves.

Uma indústria que vem sendo fortemente transformada pelo maquinário colaborativo é a automotiva. Não é nenhum segredo que este segmento sempre foi pioneiro no desenvolvimento da indústria robótica. Desde o início do uso dos robôs, no início dos anos 60, muito tem mudado. Para se manter atualizado com  a natureza competitiva do mercado, a linha de produção precisa ser mais eficiente, flexível e produtiva do que nunca.

Inevitavelmente, com o avanço da robótica colaborativa, muitos irão enxergar tal movimento como uma ameaça ao trabalho dos humanos, o que não é verdade. Além da verdadeira intenção da robótica colaborativa ser de ajudar e facilitar o trabalho dos humanos na linha de produção, o trabalho humano deve ser mais cognitivo do que braçal. E, de acordo com alguns depoimentos, trabalhadores de linha de produção usarão os robôs colaborativos assim como os executivos usam um notebook.

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